Pular para o conteúdo
domingo, 11 de outubro de 2026
AGORA
  1. Duas equipes de cientistas explicam a origem genética da pelagem laranja dos gatos
  2. Empresários cubano-americanos de Miami planejam negócios em Cuba para o pós-regime
  3. Projeto na Câmara pune quem divulga maus-tratos contra animais na internet
  4. Houthis alertam para novos ataques a aeroportos sauditas e companhias suspendem voos
  5. Feridas do diabetes que não cicatrizam levam à pesquisa de curativo com impressão 3D
  6. Advogada com 2 milhões de seguidores conta que foi vítima de casamento infantil
  7. Técnico do River-PI elogia Everton Heleno e descarta marcação individual na final
  8. CMN veta compra de créditos judiciais sem decisão final por fundos FIDC
Mundo Ásia China

China impõe limites a chatbots de IA que mantêm vínculos emocionais com usuários

Regras apresentadas em 15 de julho valem para apps de companhia e para modelos de linguagem que imitam interação humana, segundo reportagem da BBC News Brasil.

atualizada há 16 h
Compartilhar

A reportagem original menciona tentativas de suicídio.

Ilustração da notícia: China impõe limites a chatbots de IA que mantêm vínculos emocionais com usuários
Em 30 segundos
  • As regras chinesas, apresentadas em 15 de julho, limitam IAs que mantêm interações emocionais prolongadas.
  • A Sensor Tower estima cerca de 128 milhões de usuários mensais de apps de companhia por IA fora da China.
  • Trump e Xi Jinping acertaram, segundo Pequim, abrir um diálogo sobre IA, com novas conversas no fim de novembro.

A China apresentou em 15 de julho o que a BBC News Brasil descreve como as regulamentações mais abrangentes do mundo sobre chatbots de inteligência artificial com comportamento humano. As normas impõem limites a qualquer IA capaz de manter "interações emocionais prolongadas" com as pessoas.

As regras cobrem aplicativos criados para funcionar como amigos ou namorados virtuais. Valem ainda para qualquer grande modelo de linguagem que reproduza o jeito de interagir das pessoas.

Antes da regulamentação, o alcance desses "companheiros de IA" era grande. A empresa de inteligência de mercado Sensor Tower estima cerca de 128 milhões de usuários mensais ativos de apps de companhia fora da China, e a maior parte das estimativas para o país fica entre 29 milhões e 70 milhões de pessoas.

A pesquisadora Zilan Qian, do Laboratório de Política Chinesa de Oxford, no Reino Unido, afirmou à BBC que houve uma enorme discussão nas redes sociais quando o governo publicou o texto, no fim do ano passado. Segundo ela, foi a primeira vez que se viu gente realmente preocupada com uma regulamentação.

A reportagem relaciona as normas à cooperação entre empresas de tecnologia e governo no país. Cita, como exemplo, um documentário da imprensa estatal segundo o qual a equipe de prevenção de suicídios do Douyin interveio em 400 casos no primeiro semestre de 2025.

O assunto aparece em meio a um diálogo entre Estados Unidos e China. Após encontro no fim de setembro, Donald Trump e Xi Jinping concordaram, segundo Pequim, em abrir conversas sobre IA, com novas discussões marcadas para o fim de novembro. A BBC questiona se a China assumiu a liderança na proteção de sua população ou se o Partido Comunista tenta ampliar o controle sobre a vida privada.

Ilustração gerada por IA (FLUX-2-klein-9b-base)

E você, o que achou?

1 reação
0% concordam 100% discordam

Sua reação é secreta: ninguém vê quem reagiu, só os totais.

Como cada veículo contou

O mesmo fato visto de 2 posições. As manchetes abaixo são as originais; a apuração é de cada veículo.

Origem
  • Tradicional 1
  • Internacional 1
Linha editorial

Nenhum destes veículos tem linha editorial documentada pela redação ainda.

Como classificamos as fontes
  1. BBC News BrasilInternacional Por que a China considera uma ameaça a IA que imita as relações humanas
  2. g1Tradicional Por que a China considera uma ameaça a IA que imita as relações humanas
Como fazemos as notícias

Mais em Mundo