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domingo, 11 de outubro de 2026
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Cantareira chega a 42,3% do volume útil e segue recebendo mais água que a média

Reservatórios ganharam mais de 12 bilhões de litros nos dez primeiros dias de outubro; a Sabesp pode captar até 31 m³/s, mas retira 26 m³/s e mantém a redução noturna de pressão.

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Ilustração da notícia: Cantareira chega a 42,3% do volume útil e segue recebendo mais água que a média
Em 30 segundos
  • O Cantareira tem 415 bilhões de litros, ou 42,3% do volume útil, e ganhou mais de 12 bilhões nos dez primeiros dias de outubro.
  • A Sabesp pode captar até 31 m³/s, mas retira 26 m³/s, e a redução noturna de pressão continua por oito horas diárias.
  • O conjunto das represas da Grande São Paulo opera com 55,9% da capacidade, e Guarapiranga, Rio Grande e Cotia passam de 90%.

O Sistema Cantareira, principal fonte de água da Grande São Paulo, continua se recuperando em outubro. Neste sábado (10/10), os reservatórios somavam 415 bilhões de litros, o que equivale a 42,3% do volume útil, segundo informações divulgadas pelo Metrópoles.

Nos dez primeiros dias do mês, o sistema acumulou mais de 12 bilhões de litros, volume que corresponde a pouco mais de cinco dias da captação feita pela Sabesp. As represas haviam começado outubro com 403 bilhões de litros, depois de ganhar 78 bilhões ao longo de setembro, mês de chuvas acima do esperado.

Desde o início de outubro, o Cantareira registrou 56,9 mm de precipitação. A média histórica para o mês inteiro é de 130,1 mm. Com o solo já encharcado pelas chuvas de setembro, a entrada de água no manancial está em cerca de 37 m³/s, enquanto a média histórica é de quase 29 m³/s.

A melhora ampliou o teto de retirada: a Sabesp pode agora captar até 31 m³/s no Cantareira, valor que não inclui a água transferida da bacia do Paraíba do Sul. Na prática, a companhia tem retirado 26 m³/s. A Grande São Paulo mantém a gestão de demanda noturna, com a pressão da rede reduzida durante oito horas por dia.

O Sistema Integrado Metropolitano, que reúne todas as represas produtoras da região, opera com 55,9% da capacidade. As represas Guarapiranga, Rio Grande e Cotia superam 90% do volume. O Alto Tietê, segundo maior sistema da Grande São Paulo, também recebe mais água que a média histórica e está com 54,9% do volume útil.

Imagem: User:OS2Warp / Wikimedia Commons (Public domain)

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  1. MetrópolesNativo digital Cantareira mantém recuperação e recebe mais água que média histórica
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