Pular para o conteúdo
domingo, 11 de outubro de 2026
AGORA
  1. Advogada com 2 milhões de seguidores conta que foi vítima de casamento infantil
  2. Técnico do River-PI elogia Everton Heleno e descarta marcação individual na final
  3. CMN veta compra de créditos judiciais sem decisão final por fundos FIDC
  4. Estudo dos EUA liga vacina do herpes-zóster a risco menor de demência em idosos
  5. Perseverance acha concentração incomum de rochas claras que podem vir do interior de Marte
  6. Pesquisa aponta que divulgação tardia afasta o público das salas de cinema nacional
  7. Paysandu cobra a CBF e chama de xenofóbica fala de locutor em jogo suspenso em Brusque
  8. Câncer de mama: risco sobe após os 50 anos e 51% dos casos no SUS são achados tarde
Economia Estados Unidos

Confiança do consumidor nos EUA cai para 46,3 e fica perto do pior nível da série

Índice preliminar da Universidade de Michigan recuou ante os 48,1 de setembro; economista do ING aponta pressão sobre as famílias antes das eleições de meio de mandato.

Compartilhar

A leitura é preliminar e pode ser revista na divulgação final.

Ilustração da notícia: Confiança do consumidor nos EUA cai para 46,3 e fica perto do pior nível da série
Em 30 segundos
  • O índice preliminar de Michigan caiu para 46,3 em outubro, ante 48,1 em setembro.
  • Se confirmado, será o segundo menor valor desde o início da série, há 74 anos.
  • Segundo pesquisa citada, 87% dos americanos veem mau momento para comprar uma casa.

A confiança do consumidor nos Estados Unidos voltou a cair em outubro. A leitura preliminar do índice da Universidade de Michigan, muito observado pelo mercado, ficou em 46,3, contra 48,1 em setembro. Segundo a CNN Brasil, o número ficou abaixo do esperado e, se for confirmado na versão final, será o segundo menor da história do indicador.

A série tem 74 anos de registros. Isso significa, de acordo com a reportagem, que o humor dos americanos está pior do que em momentos como o conflito no Vietnã, o choque do petróleo nos anos 1970, os atentados de 11 de setembro, a Grande Recessão e a pandemia de Covid-19. Cinco dos resultados mais baixos já medidos aconteceram em 2026, e o piso foi em maio.

James Knightley, economista-chefe internacional do banco ING, afirmou que o dado mostra o quanto as pessoas se sentem pressionadas e que não é um bom sinal para os republicanos, com as eleições de meio de mandato se aproximando. A reportagem lembra que a gasolina ficou mais cara nos últimos meses, que a inflação ganhou algum fôlego e que os juros voltaram a subir.

O pessimismo convive com indicadores que apontam uma economia em bom ritmo. Knightley explica o descompasso com a ideia de uma economia em forma de “K”: as famílias de renda alta puxam o consumo, enquanto as demais sentem o aperto. Ele citou dados do Federal Reserve segundo os quais os 20% mais ricos, com renda anual a partir de US$ 155 mil, concentram mais de 70% da riqueza do país e respondem por 40% de todos os gastos.

Para o economista, o relatório também acende um alerta sobre a disposição de gastar. Na pesquisa, 73% dos entrevistados consideram um mau momento para comprar eletrodomésticos, 78% dizem o mesmo sobre veículos e 87% sobre imóveis. Ele ressalta que esses são setores centrais para a atividade econômica e que uma correção na bolsa poderia abalar a narrativa de crescimento. A matéria também registra que as expectativas de inflação subiram.

Imagem: MusikAnimal / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

E você, o que achou?

0 reações
0% concordam 0% discordam

Sua reação é secreta: ninguém vê quem reagiu, só os totais.

Como cada veículo contou

O mesmo fato visto de 1 posição. As manchetes abaixo são as originais; a apuração é de cada veículo.

Origem
  • Tradicional 1
Linha editorial

Nenhum destes veículos tem linha editorial documentada pela redação ainda.

Como classificamos as fontes
  1. CNN BrasilTradicional Americanos confiam menos na economia atual do que durante Guerra do Vietnã
Como fazemos as notícias

Mais em Economia