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segunda-feira, 12 de outubro de 2026
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Pesquisa: 74% de trabalhadores dos EUA veem flerte no LinkedIn como passar do limite

A Zety ouviu mais de mil pessoas, e um quarto acha aceitável buscar romance na rede; quem já flertou por lá evita se identificar, relata o g1.

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A pesquisa citada ouviu trabalhadores dos Estados Unidos.

Ilustração da notícia: Pesquisa: 74% de trabalhadores dos EUA veem flerte no LinkedIn como passar do limite
Em 30 segundos
  • Pesquisa da Zety com mais de mil trabalhadores dos EUA aponta que 74% veem o flerte no LinkedIn como ultrapassagem de limite.
  • Um quarto dos entrevistados considera aceitável buscar relacionamento amoroso na rede.
  • Os entrevistados do g1 pediram anonimato por receio de consequências na carreira.

Em um cenário de saturação dos aplicativos de namoro, alguns usuários do LinkedIn passaram a testar flertes ou até a procurar um relacionamento na rede voltada ao trabalho, segundo reportagem do g1. O assunto ainda é tratado com discrição: o g1 diz ter procurado por semanas alguém que aceitasse falar abertamente sobre isso.

Uma pesquisa da Zety com mais de mil trabalhadores dos Estados Unidos, feita para o "Relatório de Romance do LinkedIn", mostra opiniões divididas. Para 74% dos entrevistados, paquerar na plataforma passa do limite profissional, enquanto um quarto deles acha aceitável usar a rede para buscar romance.

Ninguém quis se identificar na reportagem, temendo retaliação no emprego e reflexos na carreira. Um dos entrevistados, chamado de João, nome fictício, contou ter conhecido o ex-namorado depois de receber um pedido de conexão com mensagem. A conversa começou estritamente profissional, entre pessoas de áreas parecidas.

Segundo João, o interesse apareceu aos poucos: ele visitou o perfil do rapaz e curtiu várias publicações, e percebeu que o outro fez o mesmo. A conversa migrou para o Instagram e, cerca de duas semanas depois, os dois marcaram um encontro e passaram a namorar. Ele disse que a mesma área de atuação e os assuntos em comum ajudaram, mas que há insegurança sobre até onde ir sem ser mal interpretado e risco profissional.

O outro lado da história são as abordagens indesejadas. A analista de recursos humanos Patrícia Gazolla contou ao g1 que já recebeu cantadas diretas de homens, com comentários sobre sua aparência. Em uma das mensagens, um homem disse achá-la bonita e deixou o telefone; ela afirmou ter se sentido desrespeitada e respondeu criticando a abordagem.

Imagem: LPS.1 / Wikimedia Commons (CC0)

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O mesmo fato visto de 1 posição. As manchetes abaixo são as originais; a apuração é de cada veículo.

Origem
  • Tradicional 1
Linha editorial

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Como classificamos as fontes
  1. g1Tradicional 'Open to love': por que tem gente usando o LinkedIn para flertar? Veja riscos de paquerar por lá
Como fazemos as notícias

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