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Esportes Paralímpico Cidade do México, México

Brasil lidera o Open das Américas de halterofilismo paralímpico com 28 pódios

Na Cidade do México, seleção soma 13 ouros e tem 21 atletas no top-10 do ranking rumo a Los Angeles-2028; três recordes continentais foram quebrados.

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A lista de medalhistas do ge traz seis pratas, uma a menos que o total de sete informado no texto.

Ilustração da notícia: Brasil lidera o Open das Américas de halterofilismo paralímpico com 28 pódios
Em 30 segundos
  • O Brasil ficou em primeiro no quadro de medalhas do Open das Américas, na Cidade do México.
  • Gustavo Amaral de Souza, Tayana Medeiros e Mariana D'Andrea quebraram recordes das Américas.
  • Há 21 brasileiros no top-10 do ranking para os Jogos Paralímpicos de Los Angeles.

O Brasil terminou o Open das Américas de halterofilismo paralímpico na liderança do quadro de medalhas. A competição foi disputada na Cidade do México e se encerrou na quinta-feira (8), segundo o ge.

A seleção subiu ao pódio 28 vezes: 13 ouros, sete pratas e oito bronzes. De acordo com o ge, é a melhor campanha brasileira na história do torneio continental, o mais importante da modalidade neste ano porque vale pontos no ranking que define vagas para os Jogos Paralímpicos de 2028.

O país colocou 21 atletas entre os dez primeiros do ranking para os Jogos de Los Angeles. Três brasileiros que bateram recordes das Américas no México assumiram a liderança dessa classificação: Gustavo Amaral de Souza, Tayana Medeiros e Mariana D'Andrea. As duas últimas são campeãs paralímpicas.

Bicampeã paralímpica, Mariana D'Andrea levantou 146 kg na categoria até 73 kg e superou em um quilo o próprio recorde continental, que era de 2024. Campeã em Paris 2024, Tayana Medeiros ergueu 151 kg na categoria até 86 kg, também um quilo acima da marca anterior.

Na categoria acima de 107 kg, Gustavo Amaral de Souza foi campeão com 255 kg, três quilos a mais que o recorde antigo das Américas. Dos 13 ouros, dez vieram em provas individuais e três em disputas por equipes, nas categorias feminina, masculina e mista.

Há uma divergência de números no material do ge. O texto informa sete pratas, mas a lista de medalhistas publicada junto traz seis. Nos bronzes, a lista aponta oito pódios: seis individuais e duas equipes.

Imagem: LauraHale / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

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