Plataforma contabiliza 156 atos pró-Lula em 76 cidades neste domingo, com mais registros em SP
Lula discursou na Avenida Paulista e disse ser preciso conversar com quem se absteve no 1º turno, quando a abstenção chegou a 21,08%. A campanha fala em 1 milhão de pessoas.
Os números de atos e de público vêm da plataforma e da campanha petista.

- A plataforma Comitê Popular de Luta registrou 156 ações pró-Lula em 76 cidades neste domingo.
- A campanha petista diz que o ato na Avenida Paulista reuniu 1 milhão de pessoas.
- Lula defendeu diálogo com os eleitores que não votaram no primeiro turno.
Simpatizantes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição, promoveram atos em 76 cidades neste domingo (11), conforme a plataforma Comitê Popular de Luta. O site, que reúne dados sobre ações da militância petista, contou 156 iniciativas: manifestações, caravanas, panfletagens, bandeiraços, caminhadas e carreatas.
São Paulo teve o maior número de registros, 28, e o Rio Grande do Sul vem em seguida, com 20. Bahia e Goiás somaram 10 ações cada. Distrito Federal e Rio de Janeiro tiveram nove cada, segundo a plataforma.
Na capital paulista, Lula participou de um ato na Avenida Paulista. A campanha petista informou que a manifestação reuniu 1 milhão de pessoas, número divulgado pelo próprio comitê. Segundo o Metrópoles, a concentração, perto do Masp, começou às 11h, o presidente discursou por volta das 13h e o ato ocupou vários quarteirões da avenida.
Ao lado de Lula estavam o vice, Geraldo Alckmin (PSB), a primeira-dama Janja, o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad e Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral da Presidência. Também compareceram o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e os governadores petistas Jerônimo Rodrigues (Bahia), Rafael Fonteles (Piauí) e Elmano de Freitas (Ceará).
Em seu discurso, Lula defendeu conversar com os eleitores que ficaram em casa no primeiro turno, em que ficou atrás de Flávio Bolsonaro (PL). No dia 4 de outubro, a abstenção foi de 21,08%, a maior já registrada, com mais de 33 milhões de eleitores aptos fora das urnas. O presidente falou em cerca de 30 milhões de pessoas nessa situação e lembrou que o voto não é obrigatório para quem tem mais de 70 anos.
Imagem: Wilfredor / Wikimedia Commons (Public domain)
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