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Marília Mendonça ganha exposição sensorial no MIS, em São Paulo

Mostra “Sentimento Louco” fica em cartaz até 29 de novembro e é a primeira de grande porte sobre a cantora, que morreu em 2021 num acidente de avião.

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Ilustração da notícia: Marília Mendonça ganha exposição sensorial no MIS, em São Paulo
Em 30 segundos
  • A exposição fica no MIS, em São Paulo, de 9 de outubro a 29 de novembro.
  • É a primeira grande mostra dedicada à trajetória de Marília Mendonça.
  • A curadora Isa Pessoa vê na cantora uma artista que mudou o papel das mulheres no sertanejo.

O Museu da Imagem e do Som (MIS), na Avenida Europa, em São Paulo, abre nesta sexta-feira (9) a exposição sensorial “Marília Mendonça – Sentimento Louco”. A mostra segue em cartaz até 29 de novembro e, segundo a Agência Brasil, é a primeira de grande porte dedicada à trajetória da cantora e compositora.

Conhecida como “rainha da sofrência”, Marília morreu em 5 de novembro de 2021, num acidente de avião, há quase cinco anos. Ela é lembrada por mudar os rumos do sertanejo com canções que punham as mulheres no centro da história.

Para a curadora Isa Pessoa, a artista foi um fenômeno cultural brasileiro e “redefiniu o gênero musical, o sertanejo e o papel das mulheres dentro disso”. A curadora diz que as letras tratavam de mulheres reais do convívio da cantora e cita “Infiel”, que teria vindo da história de uma tia que viveu uma traição violenta.

Marília nasceu em 22 de julho de 1995, em Cristianópolis (GO). Aos 11 anos ganhou do avô o primeiro violão, para tocar na igreja, e um ano depois já escrevia “Minha Herança”.

Wander Oliveira, fundador da WorkShow, conta que a contratou como compositora quando ela ainda era criança. Ele lembra que a menina apareceu no escritório aos 13 anos, criativa e “sempre à frente do seu tempo”. Quando fez 18 anos, a lista de intérpretes de suas composições já incluía Cristiano Araújo, Wesley Safadão e a dupla Henrique e Juliano; foi depois disso que ela passou a cantar o próprio repertório.

Imagem: Record Goiás / Wikimedia Commons (CC BY 3.0)

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