Etapa de Florianópolis do Ironman 70.3 terá prova profissional só de mulheres
Disputa em 18 de outubro, em Jurerê Internacional, reúne 15 triatletas, entre elas as olímpicas Djenyfer Arnold e Vittoria Lopes, e paga US$ 15 mil às oito primeiras.

- Em 18 de outubro, Jurerê Internacional recebe a primeira prova profissional exclusiva para mulheres do Ironman 70.3 em Florianópolis.
- São 15 triatletas confirmadas, entre elas as olímpicas Djenyfer Arnold e Vittoria Lopes, e cinco são estrangeiras.
- A etapa de Sergipe será só masculina e, em 2027, o formato das duas sedes será invertido.
A etapa de Florianópolis do Ironman 70.3, marcada para 18 de outubro em Jurerê Internacional, terá pela primeira vez uma competição profissional exclusiva para mulheres. Segundo o ge, entre as 15 triatletas confirmadas estão Djenyfer Arnold e Vittoria Lopes, brasileiras que foram a Paris 2024. A premiação total será de US$ 15 mil (cerca de R$ 74,8 mil) para as oito primeiras colocadas.
Djenyfer Arnold é apontada como uma das favoritas. A catarinense ganhou o Ironman 70.3 Brasília em 2025 e em 2026, além das etapas de São Paulo e do Rio de Janeiro deste ano e do Latin American Championship disputado em Florianópolis em 2025. Também é medalhista pan-americana. Vittoria Lopes venceu a etapa de Sergipe em 2026, foi vice em Cozumel (2024) e em Florianópolis (2025) e disputou os Jogos de Tóquio 2020 e Paris 2024.
O grupo brasileiro inclui ainda Pietra Meneghini, vice em Curitiba e terceira no Rio de Janeiro em 2026, e Giovanna Opipari, em sua primeira temporada como profissional, com um terceiro lugar em Curitiba, um quarto no Rio e presença no top 50 do Mundial de Ironman 70.3 disputado em Nice (França). Também integram o grupo nacional Bruna Stolf, Mikelle Coelho, Luma Guillen, Mariana Borges de Andrade, Fernanda Penkal e Luiza Pais.
Cinco estrangeiras reforçam o pelotão: as francesas Julie Iemmolo, campeã da etapa do Rio de Janeiro em 2025, e Lea Riccoboni, vencedora do Ironman 70.3 Peru; a argentina Romina Palacio Baena, campeã em Punta del Este em 2026; a mexicana Adriana Isaura Carrenõ; e a francesa Chloe Nicolas.
O circuito brasileiro adotou uma nova estratégia ao concentrar as profissionais em Florianópolis. A etapa de Sergipe, por sua vez, receberá só os profissionais homens, e em 2027 o formato será invertido. De acordo com o ge, a ideia é juntar as melhores atletas de cada gênero numa só disputa, para elevar a competitividade e dar a cada etapa uma identidade própria.
Imagem: Agência Brasília / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
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